MODA É CULTURA

A história humana pelos olhos (e criações) de estilistas, fotógrafos e outros players da indústria

MODA É CULTURA

Por:

Isabela Vendramini

Isabela Vendramini | 23/10/2017

A moda conta história, marca gerações e quebra paradigmas. A moda cria identidade, conecta pessoas e permeia padrões de comportamento. A moda é um fio condutor da trajetória humana. Acompanhar transformações estéticas propostas por estilistas, fotógrafos e mais um sem número de pessoas envolvidas na cadeia é uma maneira de entender mudanças de padrões sociais.

A moda é um fio condutor da trajetória humana

In loco ou a distância, entrar dentro do contexto criativo de players da indústria é se apropriar do que está está sendo construído, é fazer parte de um movimento histórico. De olho no que está rolando ao redor do mundo, destacamos sete exposições para serem lembradas, e quem sabe, visitadas, acompanhe:

A Balenciaga: Shaping Fashion ocupa o Victoria and Albert Museum, em Londres, até fevereiro de 2018. Com um acervo de mais de 100 peças costuradas à mão, a exibição contempla a história e o poderoso trabalho artesanal de Cristobál Balenciaga, o mestre dos volumes. A poucos quilômetros de distância, ainda na capital inglesa, o Kensington Palace abriga Diana: Her Fashion Story, uma imersão no estilo de Diana com direito a looks emblemáticos como o vestido de veludo que a princesa usou ao dançar com John Travolta na Casa Branca. Até o final de outubro. Perto de lá, na cidade de Bath, no Fashion Museum da cidade,  Lace in Fashion, celebra a renda com peças datadas de 1500 até hoje. Até janeiro de 2018.

Na imagem, Alberta Tiburzi usando o vestido envelope de Cristobál Balenciaga para a Harper's Bazaar em Junho de 1967 | foto: Reprodução

Para quem está em Paris (ou com viagem marcada para a capital francesa), reserve na agenda algumas horas para visitar o Yves Saint Laurent Museum, novo deleite fashion da cidade que abriu as portas com peças de roupas, acessórios, croquis e fotografias que perpassam a vida do estilista que dá nome a casa. De lá, pegue um voo para Marrakesh. É que a cidade, emblemática na trajetória do couturier, abriga outra parte significativa do acervo da Maison, fundada por ele e Pierre Bergé em 1962